"A Trama" Elisabeth.
Elisabeth.
Minha primeira namorada, eu a conheci, nas férias de verão, quando eu tinha quatorze anos, e fui passar uns dias, na casa de meu padrinho e madrinha, em Dom Silvério - MG. Na verdade eu não estava estudando, porque tinha terminado o curso primário, e ainda não tinha conseguido uma vaga em um colégio, para continuar os estudos.
Mas eu gostava de ir lá nessa época, para encontrar, a Miriam, sua filha, que estudava em outra cidade.
Ela era vizinha, e colega de escola, de Miriam.
Tudo começou, quando elas me pediram, para ajuda-las, a ensaiar, uma música, para apresentarem em uma peça de teatro, do colégio.
Era uma música da jovem guarda chamada: “Exercito do surf”, e eu colaborava, em tudo com muito carinho, pois logo que eu a vi, quando cheguei na cidade, fiquei interessado.
Ela era linda, alegre, gentil, de gestos graciosos, o que me deixou encantado.
E com isso guardei na memória o refrão daquela música, que era assim:
“Nós somos jovens! Jovens! Jovens! Somos do exercito, exercito do surf!”.
E tenho, muitas saudades, quando me lembro daqueles dias, maravilhosos.
Na cidade passeávamos a tarde pelas ruas, pela praça, íamos ao clube.
Nos finais de semana nos levavam para passear em outras cidades, em casa de: conhecidos ou parentes, ou íamos ao sitio de propriedade deles.
No sitio tinha uma variedade de coisas para se fazer, desde andar a cavalo, balançar,
Em uma gangorra, andar descalços no riacho, ou nadar em uma piscina maravilhosa.
Passeávamos pelo sitio, nos arredores, e descalços, andávamos, no riacho, onde podíamos nadar também. Era na verdade, de ambas as partes, um namoro adolescente, puro, de pequenas e inocentes descobertas, do relacionamento, entre moças e rapazes, que se sentem atraídos um pelo outro.
Jovens que se sentiam, envergonhados, quando os adultos, ou os colegas, faziam provocações, e pequenas pilherias, quando descobriam, que estávamos, interessados, e ligados, um ao outro. Mas que logo esqueciam se, dos comentários, e continuavam, como se nada tivesse acontecido, é bom lembrar, esses detalhes, e saber que precisamos de tão pouco, para sermos felizes, e ao mesmo tempo, saudade de um tempo que não volta mais, e que muitas vezes, n´s nos complicamos, e mudamos, alguns acontecimentos, das nossas vidas, muitas vezes deixando de adquirir, preciosos conhecimentos.
Passadas as férias, voltei para casa, e sempre mandava recados por intermédio de carta, mas depois de algum tempo, a sua família se mudou, sem deixar endereço, e noticias, e nunca mais soube nada sobre ela. Eu fiquei apenas com as boas lembranças, da minha bela e gentil namoradinha de verão. Desejo de todo coração, que Elizabeth, tenha formado uma família, e tenha se tornado muito feliz.
Minha primeira namorada, eu a conheci, nas férias de verão, quando eu tinha quatorze anos, e fui passar uns dias, na casa de meu padrinho e madrinha, em Dom Silvério - MG. Na verdade eu não estava estudando, porque tinha terminado o curso primário, e ainda não tinha conseguido uma vaga em um colégio, para continuar os estudos.
Mas eu gostava de ir lá nessa época, para encontrar, a Miriam, sua filha, que estudava em outra cidade.
Ela era vizinha, e colega de escola, de Miriam.
Tudo começou, quando elas me pediram, para ajuda-las, a ensaiar, uma música, para apresentarem em uma peça de teatro, do colégio.
Era uma música da jovem guarda chamada: “Exercito do surf”, e eu colaborava, em tudo com muito carinho, pois logo que eu a vi, quando cheguei na cidade, fiquei interessado.
Ela era linda, alegre, gentil, de gestos graciosos, o que me deixou encantado.
E com isso guardei na memória o refrão daquela música, que era assim:
“Nós somos jovens! Jovens! Jovens! Somos do exercito, exercito do surf!”.
E tenho, muitas saudades, quando me lembro daqueles dias, maravilhosos.
Na cidade passeávamos a tarde pelas ruas, pela praça, íamos ao clube.
Nos finais de semana nos levavam para passear em outras cidades, em casa de: conhecidos ou parentes, ou íamos ao sitio de propriedade deles.
No sitio tinha uma variedade de coisas para se fazer, desde andar a cavalo, balançar,
Em uma gangorra, andar descalços no riacho, ou nadar em uma piscina maravilhosa.
Passeávamos pelo sitio, nos arredores, e descalços, andávamos, no riacho, onde podíamos nadar também. Era na verdade, de ambas as partes, um namoro adolescente, puro, de pequenas e inocentes descobertas, do relacionamento, entre moças e rapazes, que se sentem atraídos um pelo outro.
Jovens que se sentiam, envergonhados, quando os adultos, ou os colegas, faziam provocações, e pequenas pilherias, quando descobriam, que estávamos, interessados, e ligados, um ao outro. Mas que logo esqueciam se, dos comentários, e continuavam, como se nada tivesse acontecido, é bom lembrar, esses detalhes, e saber que precisamos de tão pouco, para sermos felizes, e ao mesmo tempo, saudade de um tempo que não volta mais, e que muitas vezes, n´s nos complicamos, e mudamos, alguns acontecimentos, das nossas vidas, muitas vezes deixando de adquirir, preciosos conhecimentos.
Passadas as férias, voltei para casa, e sempre mandava recados por intermédio de carta, mas depois de algum tempo, a sua família se mudou, sem deixar endereço, e noticias, e nunca mais soube nada sobre ela. Eu fiquei apenas com as boas lembranças, da minha bela e gentil namoradinha de verão. Desejo de todo coração, que Elizabeth, tenha formado uma família, e tenha se tornado muito feliz.
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